Em 1 ano, preço do aço tem alta de 72% -

Em 1 ano, preço do aço tem alta de 72%

Setores solicitam ao governo a abertura do mercado internacional para compra do insumo, com redução de 12,1%, na alíquota de importação

JP

A alta expressiva dos insumos afeta crescimento econômico da indústria e a conta é endereçada ao consumidor. Somente em relação ao aço, o aumento nos últimos doze meses, até maio, é de 72,6%. O mundo vive um momento de valorização das commodities, mas o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, José Velloso, avalia que a importação, mesmo tarifada, começa a ser viável. “O aumento de preço aqui no Brasil vinha acompanhando o aumento no exterior. No entanto, a partir de fevereiro e março de 2021, embora a questão do desabastecimento tenha melhorado, o preço descolou do preço mundial. Ou seja, eu trago um aço lá de fora e coloco aqui, pagando frete, pagando impostos, pagando tudo, fica mais barato que o aço que compro aqui.”

O setor automobilístico é também um dos principais compradores de aço. O presidente da Anfavea, Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos, Luiz Carlos Moraes, reforça a preocupação com o fornecedores, que não possuem uma capacidade de negociação semelhante a das montadoras e abala o setor automotivo. “Isso continua sendo o desafio que está impactando o nosso custo na veia. Aço é aumento na veia e isso, de alguma forma, em algum momento, vai ser repassado para o consumidor”, pontua Luiz Carlos.


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Além do ramo automotivo, a NGK está presente em outros segmentos. Sob as marcas Belamari e Super NGK, atua na construção civil, com fabricação de pastilhas de porcelana em mais 200 cores, e figura entre as principais marcas do segmento no País. Sob a marca NTK, a companhia também possui portfólio completo de sensores de oxigênio, sensores de detonação e ferramentas de corte.