Greve de caminhoneiros tem baixa adesão e estradas seguem desbloqueadas -

Greve de caminhoneiros tem baixa adesão e estradas seguem desbloqueadas

Movimento está concentrado entre autônomos, sem adesão dos celetistas e empresas transportadoras

Estado de S. Paulo

Mesmo com fraca adesão, caminhoneiros autônomos prometem manter a greve nacional iniciada na segunda-feira, em protesto contra a alta de preços do óleo diesel. “Continuamos a paralisação até o governo apresentar alguma resposta às demandas da categoria. A adesão está boa, dentro do esperado e em vários Estados. Há poucos caminhões rodando nas rodovias”, disse o presidente do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), Plínio Dias. A interrupção das atividades está concentrada, porém, entre autônomos, sem adesão dos celetistas e empresas transportadoras.

Balanço divulgado ontem pelo Ministério da Infraestrutura indicou que as rodovias federais e pontos logísticos estratégicos do País continuavam sem nenhuma ocorrência de bloqueio parcial ou total. Segundo o ministério, existia apenas um ponto de concentração no km 276 da BR-116/RJ (na rodovia Presidente Dutra), em Barra Mansa (RJ), sem bloqueio e sem abordagem a caminhoneiros que seguiam viagem.

Diante da proibição de interdições e bloqueios nas estradas, a greve nacional está restrita a manifestações às margens das rodovias e para veículos estacionados em postos de combustíveis. O governo federal se antecipou aos atos e obteve 29 liminares judiciais proibindo bloqueios nas estradas e em pontos logísticos estratégicos de 20 Estados.


Notícias Relacionadas
Read More

Stellantis amplia presença no mercado sul-americano

As vendas da empresa no primeiro bimestre superaram as 121 mil unidades, o equivalente a 24,5% do mercado sul-americano no período, em comparação com 22,3% de participação em janeiro e fevereiro do ano anterior, com um avanço de 2,2 pontos percentuais.
Read More

Com venda reduzida, varejo adia pedidos

iante dessa freada brusca no consumo que vinha se recuperando, indústrias correm o risco de reeditar o cenário que houve em abril do ano passado, quando a produção parou por causa da primeira onda de covid-19.