Comércio eletrônico deve crescer 25% em 2016 -

Comércio eletrônico deve crescer 25% em 2016

Estudo prevê que vendas no ambiente digital movimentem R$ 69,76 bilhões até o final do ano. Autopeças ainda têm participação incipiente

 Redação Novo Meio

[email protected]

 O crescimento do comércio eletrônico no Brasil é fato incontestável. São diversos os produtos adquiridos no ambiente digital e esse hábito de compra já faz parte do dia a dia dos consumidores. A curva é de alta. Segundo o Relatório anual da Conversion – agência digital especializada em marketing de busca e e-commerce – a modalidade deve movimentar em 2016 a cifra de R$ 69,76 bilhões, que, se consolidada, representará um crescimento de 25% em relação ao último ano. A estimativa considera um número total de 220 milhões de pedidos, com ticket médio de R$ 316,23. Somente no mês de maio, a expectativa é crescer 8,67% na comparação com 2015.

Previsões sempre podem ser questionadas, mas não se discute mais a tendência de forte expansão do mundo virtual sobre o físico – e aí, naturalmente, a exploração do comércio é de potencial gigantesco. No entanto, apesar das perspectivas, as vendas de autopeças sequer são mencionadas no relatório. O que não significa que o setor não irá, em algum momento, deslanchar no e-commerce. Resta saber quando e sob qual modelo.

“O comércio eletrônico vai na contramão da economia desaquecida e é aliás impulsionada pelo momento econômico, uma vez que usuários pesquisam mais e estão mais sensíveis a preço”, afirma Diego Ivo, CEO da Conversion. “Um outro fator que impulsiona o crescimento do setor é a mudança de comportamento do consumidor, que está cada vez mais digital e prefere comprar online, tanto pelas ofertas quanto pela comodidade”. Veja nos gráficos e tabelas a seguir outras conclusões do estudo realizado pela agência digital.

tabela1 pag34 tabela2 pag34 tabela3 pag34 tabela4 pag34


Notícias Relacionadas
Read More

Confiança de empresários da indústria cresceu em 29 de 30 setores

De acordo com o levantamento divulgado hoje (28) pela CNI, os setores com as maiores altas de confiança foram: Máquinas e materiais elétricos (7,9 pontos); Móveis (6,6 pontos); e Produtos de madeira (6,4 pontos). Os setores menos confiantes são Serviços especializados para a construção (55,8), Obras de infraestrutura (57), Produtos de limpeza, Perfumaria e Higiene pessoal (57), Calçados e suas partes (57,3) e Outros equipamentos de transporte (57,6).