Parte da indústria retoma confiança em julho -

Parte da indústria retoma confiança em julho

O ICEI da Indústria de transformação alcançou 49,1 pontos, após crescer pelo terceiro mês consecutivo (alta de 6,5 pontos, acumulando 14,8 pontos no período).
Crédito: Shutterstock

Em julho, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) cresceu em 29 dos 30 setores da Indústria considerados. O ICEI da Indústria de transformação alcançou 49,1 pontos, após crescer pelo terceiro mês consecutivo (alta de 6,5 pontos, acumulando 14,8 pontos no período). O empresário desse segmento industrial está mais próximo da linha divisória dos 50 pontos, mas ainda não retomou a confiança em julho. A confiança aumentou em 25 dos 26 setores da Indústria de transformação considerados – a exceção é Biocombustíveis. Desses 26 setores, os empresários estão confiantes em nove, sendo que em oito os empresários passaram a ficar confiantes (indicador acima de 50 pontos) em julho; no setor de Farmoquímicos e farmacêuticos, os empresários já estavam confiantes em junho. O ICEI da Indústria de Construção atingiu 46,3 pontos, após crescer 3,7 pontos em julho. É a terceira alta consecutiva do índice, que acumula alta de 11,5 pontos no período. Todos os três setores da Construção considerados registraram crescimento do indicador, mas seguem abaixo da linha divisória que separa falta de confiança de confiança.
O ICEI da Indústria Extrativa passou de 50,8 pontos em junho para 53,8 pontos em julho, ou seja, mostra aumento da confiança dos empresários desse segmento industrial.​


Notícias Relacionadas
Read More

Portaria CAT define valor do IVA-ST de autopeças em 41,24% até 2022

O cálculo e o recolhimento do ICMS no regime de Substituição Tributário – ST (ICMS-ST), realizado na maioria dos casos pelo fabricante e importadores responsáveis por reter o ICMS das operações subsequentes no estado de São Paulo, é regulamentado por meio de Portarias publicadas pelo Coordenador da Administração Tributária, que divulga o Índice de Valor Adicionado (IVA-ST) que estabelece a base de cálculo na saída de produtos sujeitos à substituição tributária.