Segundo Ministro, não há margem para aumentar programa de desconto para carros -

Segundo Ministro, não há margem para aumentar programa de desconto para carros

Montadoras já pedem mais recursos (além dos R$ 500 milhões reservados para reduzir preço dos veículos); concessionárias dizem que movimento triplicou
Crédito: Shutterstock

InfoMoney

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), disse que não há margem para ampliar os créditos para as montadoras de carros, que já pedem mais recursos além dos R$ 500 milhões reservados para o programa que permitiu a redução no preço dos veículos.

“Não há margem”, disse o ministro ao comentar a mudança na perspectiva de rating da S&P para o Brasil. A agência de classificação de risco manteve em “BB-” o risco soberano de longo prazo do país, em moeda estrangeira, mas alterou a perspectiva de estável para positiva (o que não ocorria desde 2019).

Mais dinheiro5

Balanço divulgado pelo MDIC na quarta-feira (14) mostra que, do R$ 1,5 bilhão disponibilizado pelo governo, R$ 340 milhões já foram solicitados pelas montadoras de carros, ônibus e caminhões. Dos R$ 500 milhões reservados apenas para veículos leves, as montadoras já requisitaram R$ 150 milhões.

Esses créditos tributários às montadoras devem ser revertidos em descontos no preço dos veículos para os consumidores.


Notícias Relacionadas
Read More

Em 2024, IAA supera Ibovespa

Em um ano de forte volatilidade, índice que mede o desempenho das ações automotivas na Bolsa de Valores fica em -5,40%; enquanto Ibovespa fecha em – 10,36%
Read More

Ford fecha acordo com sindicato para indenizar cerca de 5 mil trabalhadores

Além dos direitos garantidos na rescisão de contratos, o pessoal da área de produção vai receber dois salários extras por ano trabalhado, sendo que o valor mínimo a ser recebido é de R$ 130 mil, mesmo que a conta seja inferior a esse valor, além de um montante fixo adicional, conforme a faixa salarial. Aos mensalistas será pago um salário a mais por ano de serviço.