Stellantis adquire gigante da distribuição brasileira -

Stellantis adquire gigante da distribuição brasileira

O movimento da Stellantis faz parte de uma estratégia global visando um futuro próximo em que as vendas de veículos serão feitas essencialmente pela internet.

A Stellantis – Fiat, Peugeot, Jeep e Citroën – finalizou entendimentos para a aquisição, por meio da rede de oficinas Euro Repar Car Service do Brasil, da Comercial Automotiva, unidade do Grupo DPaschoal que controla a distribuidora de autopeças DPK, a DKP e a RecMaxx, conforme registro no CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica, que ainda precisa aprovar o negócio.
Segundo uma fonte do Aftermarket Automotivo ouvida pela reportagem do Novo Varejo, o movimento da Stellantis faz parte de uma estratégia global visando um futuro próximo em que as vendas de veículos serão feitas essencialmente pela internet. Com a formação de redes de distribuição de autopeças e oficinas de serviços, as montadoras pretendem continuar oferecendo aos consumidores uma estrutura para cobertura em garantia e realização de serviços posteriores a esse período. No Brasil, no entanto, a Lei Ferrari por enquanto protege as concessionárias que, mesmo assim, vêm reduzindo consideravelmente suas estruturas físicas em necessária adequação à aceleração digital.


Notícias Relacionadas
Read More

Consórcio de veículos tem expansão de 56,9% no semestre

O número de participantes ativos no segmento veicular cresceu 7,6%, passando de 6,15 milhões para 6,62 milhões. O volume de créditos liberados pelo sistema atingiu R$ 23,7 bilhões, com alta de 23% sobre idêntico período de 2020 (R$ 19,3 bilhões). Também houve alta, de 10,5%, nas contemplações, que no mesmo comparativo passaram de 553 mil para 611,1 mil.
Read More

Em dez anos, indústrias migram do Sudeste para outras regiões

Em dez anos, a indústria nacional ficou menos concentrada nos estados do Sudeste e ganhou força em outras regiões do país. Estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra como, entre os biênios 2007/2008 e 2017/2018, a produção industrial migrou de São Paulo e do Rio de Janeiro para outros estados.