Ainda que março tenha sido favorável para quem investe no mercado de ações – o Ibovespa fechou em +6,08%, o melhor mês desde agosto do ano passado -, as ações automotivas sofreram o impacto das tarifas globais anunciadas pelo presidente norte-americano, Donald Trump e desaceleram na última semana levando o IAA a -3,19%.
Os desempenhos positivos da Fras-le (FRAS3) 13,97%; da Riosulense (RSUL4) +3,79% e Mahle Metal Leve (LEVE3) +2,79% não foram suficientes para alavancar o IAA, uma vez que outras empresas que compõem a carteira registraram variações negativas no mês: Marcopolo (POMO4) -16,73%; Tupy (TUPY4) -11,65%; Iochpe-Maxion (MYPK3) -7,18%; Randon (RAPT4) -6,13% e Schulz (SHUL4) -4,38%.
Índice das Ações Automotivas
O IAA é o índice criado pelo After.Lab para medir as movimentações nas ações das empresas do setor automotivo listadas em Bolsa. Mesmo que ainda sejam poucas as empresas a operar nessa modalidade, já são suficientes para proporcionar uma leitura sobre o desempenho das operações relacionadas ao universo automotivo que abriram capital e usam o pregão do Ibovespa para conquistar investidores e alavancarem seus negócios.
A metodologia do estudo reúne as movimentações diárias dos índices de fechamento de cada ação para criar uma média, o IAA – Índice de Ações Automotivas, indicador médio medido entre a variação das sete empresas selecionadas, que é comparado com o índice do Ibovespa gerando gráficos para a checagem do comportamento das ações automotivas em relação à movimentação do mercado em geral, regulando os índices de forma a perceber variações em tempo real.
Assim, o After.Lab – núcleo de pesquisa e inteligência de negócios com foco no aftermarket automotivo – cria mais um índice semanal para o mercado usar como benchmarking para avaliação comparativa do desempenho do mercado automotivo, balizando-o pelas operações de grandes empresas de todos os setores de negócios, gerando assim uma visão analítica balizada pelos sensíveis índices medidos nos pregões de ações diariamente.